24.8.18
GEHL, J.; SVARRE, B. How to Study Public Life. Washington: Island Press, 2013.
19.10.17
JACOBS, Jane. Introdução. In:______. Morte e vida de grandes cidades. 2.ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2009. 510 p.
25.8.15
GORZ, Andre. A ideologia social do automóvel. In: LUDD, Ned (org.) Apocalipse Motorizado. São Paulo: Conrad, 2005.
17.3.15
VAINER, Carlos B. Cidades rebeldes: Passe Livre e as manifestações que tomaram as ruas do Brasil. São Paulo: Carta Maior; Boitempo, 2013.
12.3.15
KAPP, Silke. Alienação via mobilidade. Oculum Ensaios(PUCCAMP), v. 15, p. 30-41, 2012.
23.1.15
MARICATO, Ermínia. A bomba relógio das cidades brasileiras. Revista Democracia Viva, 2001.
Não é de se estranhar que em tais situações de segregação territorial pode ocorrer o desenvolvimento de normas, comportamentos, mecanismos, procedimentos extra legais que são impostos à comunidade pela violência ou que são aceitos espontaneamente e até desejados.
6.11.06
CABRAL FILHO, José S. Um futuro além da transgressão.
Seu apelo social é o apelo da inclusão, da participação não especializada, de um engajamento lúdico necessário a uma arte cada vez mais distanciada do público leigo.
O papel do artista, aqui, adquire uma dupla função: programar o modo e o grau de abertura da obra.
Automação: a forma final do objeto artístico é determinada pela transformação de um gesto (input) significativamente simples em um resultado absurdamente complexo se comparado ao gesto inicial. O processo de transformação do gesto em obra se dá através de uma seqüência de operações mecânicas, quer seja de uma máquina física (que opera e articula partes físicas) ou uma máquina conceitual (que opera e articula símbolos, como o software), ou ainda pela conjugação dos dois (como nos sistemas computadorizados).
Seu apelo social é o apelo da liberação, a delegação do trabalho a uma outra entidade, não
humana, porém mais especializada.
Neste caso, o papel do artista é programar a seqüência de operações algorítmicas e especialmente seu processo re-iterativo (o modo de sua repetição, ou seja o ponto onde ele sofre uma retro-alimentação e opera um loop).
Ambas apontam para a idéia de obra aberta.
O impulso que origina a interatividade é o desconhecimento do outro: interagimos porque não sabemos o que se passa dentro do outro. Neste sentido, interatividade é um ataque à nossa solidão perante o outro.
O impulso que origina a automação é o nosso desconhecimento dos processos vitais: buscamos construir autômatos, porque não compreendemos a origem da vida (e por extensão, a finalidade da morte). E temos a esperança de que por meio da simulação possamos compreender este mistério.
Nesta perspectiva automação é um combate à nossa solidão
perante Deus.
A interatividade diz respeito ao acesso ao outro, (refletindo nosso embate com a questão da alteridade) e a automação diz respeito ao nosso acesso ao mundo, (refletindo o nosso embate com a questão do conhecimento).
***Dúvida: Há mesmo essa tal abertura para o imprevisto? Ou será que todas as possibilidades de conformação já não estão previstas na conformação da obra?
Há um momento crucial na história da cultura ocidental que certamente joga alguma luz sobre o assunto: o instante em que, no teatro grego, é consolidada a distinção entre palco e platéia. Como os teóricos canadenses Pérez-Gómez e Pelletier assinalam, o que marca tal separação é o estabelecimento de uma distância operativa que distingue atores, autor e público. Esta separação é de fundamental importância para o desenvolvimento do teatro ao estabelecer a idéia de autoria, abrindo espaço para uma configuração mais racional do espetáculo. O custo deste avanço é, exatamente, um desengajamento corporal que cede espaço para uma predominância dos aspectos visuais. Ou seja, há uma perda da participação corporalmente plena de todos os envolvidos no espetáculo. Em maior ou menor extensão, esse modelo vai marcar todo o desenvolvimento e avanço da arte e da cultura do ocidente. A novidade do teatro grego assinala, de fato, o afastamento de um outro modelo de manifestação quer eram os rituais, em que todos os participantes se engajavam de forma plena.
Isto se torna absurdamente claro num espetáculo de dança contemporânea, no qual os artistas exercitam seus corpos em elaboradíssimos movimentos diante de uma platéia que, inversamente, tem os seus movimentos corporais restringidos à estaticidade das poltronas. A platéia ganha em experiência crítica e mesmo estética, mas perde em experiência física.
Transgressão: há um ganho enorme que é a abertura para a incerteza, um vetor em direção ao novo. E há uma enorme vantagem em termos a incerteza em nosso horizonte, pois só assim podemos “evoluir”, se é o que queremos.
Queremos a re-inserção do corpo e o conseqüente afastamento da predominância visual no âmbito de nossa prática artística; mas não queremos perder a possibilidade da transgressão.
O jogo
O jogo é uma atividade ritual especial que traz em si um quase paradoxo (sob a ótica do rito): admite em si a idéia de permanência e engajamento corporal, sem no entanto perder o vetor em direção ao aberto, ao imprevisto. O resultado final de um jogo é necessariamente sempre da ordem da imprevisibilidade, caso contrário o jogo terá sido fraudado. Em suma, o jogo pode ser visto como uma redenção para o impasse da cultura contemporânea.
28.8.06
HABRAKEN, N.J. El diseño de soportes.
INTRODUÇÃO
Intenção: apresentar propostas para um método de desenho de casas adaptáveis tendo como foco principal a construção de casas em grande escala. Trata-se de usar o potencial da produção industrial aliada à possibilidade de adaptação e, conseqüentemente, melhoria da qualidade das casas para cada morador. O usuário deve participar do processo de decisão, mesmo na produção massificada.
Conceito de suporte: casa é o resultado de um processo no qual o usuário pode tomar decisões. O suporte é um edifício que pode ser individualmente e facilmente adaptado, sem que seja necessário um grande esforço por parte do morador.
SUPORTES E UNIDADES SEPARÁVEIS
É importante incluir a participação do morador no processo de produção para poder explorar ao máximo a tecnologia.
Suporte: decisões controladas pela comunidade.
Unidade separável: o morador (indivíduo) decide.
A idéia é desenhar um conjunto de regras que orientem as possíveis variações e que permita fácil entendimento ao morador. Não se pode esquecer que o usuário não é um projetista.
O suporte não é simplesmente um esqueleto. Trata-se de uma estrutura com espaços, onde o morador encontra insinuações e oportunidades de transformar esse espaço num lugar seu. Cada suporte representa um certo estilo de vida. Pode agradar a uma pessoa e não outra. A variabilidade deve ser pensada de forma que não seja nem excessiva, gastando dinheiro para abranger possibilidades de adaptação que nunca serão utilizadas, e nem escassa, dando poucas opções ao usuário.
SUPORTES E UNIDADES DE MORADIAS
Um suporte pode ser desenhado para permitir outras adaptações: construção de anexos, união de duas casas formando uma nova ou até mesmo a modificação da função inicial proposta para a casa. Esta pode, por exemplo, ser transformada numa padaria.
SUPORTES E GENTE
Por que as pessoas mudam suas casas?
*Necessidade de identificação: os edifícios são usados como meio de auto-expressão, levando os proprietários a personalizar seu ambiente.
*Mudanças no estilo de vida: as pessoas mudam. Conhecem coisas novas e vão sentindo necessidade de modificar o espaço à medida que se modificam elas próprias.
*Novas tecnologias: o surgimento da tv, por exemplo, fez surgir o espaço antes inexistente da sala de telvisão. Agora temos o “home theatre”.
*A família se transforma: a composição familiar muda, a idade dos filhos determina alterações no comportamento.
SUPORTES COMO PROBLEMA DE DESENHO
O desenho de suportes deve resolver duas questões principais:
*Avaliação dos usos possíveis: o suporte deve acomodar as alternativas de distribuição preferidas.
*Coordenação de suportes e unidades separáveis: pessoas diferentes devem ser capazes de construir seus espaços independentemente e estes espaços devem então se unir uns aos outros no mesmo suporte com o mínimo esforço e custo.
KAPP, Silke. Produção seriada e individualização.
Produção seriada: repetição do idêntico como interesse capitalista da produção industrial.
O homem busca a individualidade na sociedade atual através da combinação dos seus objetos de consumo. A aspiração à individualidade favorece o consumismo. Consome-se cada vez mais na tentativa de se obter a unicidade.
Indústria automobilística: possibilidade de escolha de acessórios aliada à produção industrial.
Produzir moradias como carros implica obter também ali grandes taxas de lucro.
Aspectos do repertório:
Imprevisibilidade: não se privilegia um produto final definido a priori. Não há idéia pré estabelecida do que será o produto final.
Receptividade: facilita a incorporação de componentes novos.
Adaptabilidade: os componentes podem se adaptar a uma montagem específica (canos ou tijolos que podem ser serrados, por exemplo)
Reuso: montagens e remontagens sucessivas.
Aspectos da montagem:
Mediação: textos, desenhos, códigos. Linguagens que não são familiares ao morador.
Execução: necessidade ou não de trabalho alheio.
Plataforma: suporte físico para o encaixe de peças (carro com opcionais) ou sistema de campos a serem preenchidos (prato com carne, molho e uma guarnição).
Continuidade: o produto gerado nunca é um produto final.
No caso das moradias, a possibilidade de individualização dos produtos seriados se dá através de produtos de fabricação artesanal, caros, impossibilitando seu uso para classes de baixo poder aquisitivo.
Não é pensada a possibilidade de individualização sob o ponto de vista dos princípios de montagem, o que gera uma idéia errônea de que a individualização sempre significará perda de lucratividade para o construtor.
A pressuposição das necessidades do usuário limita as possibilidades de individualização. Deve haver espaço para que possa ocorrer aquilo que não foi imginado previamente. Deve haver espaço para o imprevisto.
27.7.06
PALHARES, Sérgio. Variantes de modificação em habitação popular.
O trabalho investiga as modificações feitas pelos moradores em habitações de baixa renda e quer descobrir a origem dos problemas desses espaços.
Primeiro é feita uma contextualização política e econômica e depois se faz uma análise das Variantes de Modificação. Procura-se saber o que foi modificado e a qualidade do espaço originado pela modificação.
Conclui-se que as modificações resolvem o problema dos moradores e que devem ser revistos a postura do arquiteto e as diretrizes da política habitacional.
Introdução
Insatisfação dos moradores de baixa renda gera a necessidade de avaliação da qualidade das suas habitações.
Fatores econômicos são responsáveis pela falta de qualidade dos espaços, obrigando o morador a reformar de acordo com suas necessidades.
Perguntas:
Como o uso do espaço afeta as habitações?
Como a habitação afeta o uso do espaço?
Qual a lógica da tecnologia utilizada pelos usuários para reformar?
Qual foi a lógica da tecnologia especificada em projeto?
A postura acrítica do arquiteto e a política habitacional são responsáveis pela deficiência do projeto.
A formação dos assentamentos habitacionais
Revolução industrial: casas em fita produzidas por empreendedores, gerando grandes conflitos de interesse entre estes e os moradores que vinham do campo.
Começam a surgir primeiras propostas críticas no início do séc XX. Produção em série ou produção individualizada?
Gropius levanta a questão do perigo da padronização demasiadamente rígida.
Corbusier e o Modulór: casa como máquina perfeita para um homem com medidas e proporções programadas.
Pós-guerra: valorização da subjetividade. O homem deixa de ser o Modulór e passa a ter sua individualidade.
A ONU cria um conjunto de princípios e metas para a produção dos assentamentos habitacionais.
Moradia com molde burguês, dividida em três partes: serviço, social e íntima.
Produção contemporânea: em países ricos, uso de novas tecnologias barateia a obra, possibilitando a construção de espaços mais generosos. Em países pobres, esse dinheiro economizado é usado para a construção de maior quantidade de moradias.
Na produção nacional, leva-se mais em conta a imagem do edifício do que as espacializações internas. Interesses políticos e econômicos determinam prazos de execução pequenos e inviabilizam a possibilidade de uma maior investigação para a concepção dos projetos.
O arquiteto passa a ser um mero implantador de tipologias pré-estabelecidas visando apenas o melhor aproveitamento econômico possível.
Deve ser pensada uma nova postura. As famílias que vão morar nesse edifícios estão configuradas de modo cada vez mais variado. Configurações familiares diferentes precisam de moradias diferentes.
Modificar a habitação é atitude própria da natureza humana. A modificação dá liberdade ao morador e possibilita a melhoria de sua qualidade de vida, e, portanto, não deve ser vista como algo negativo.
Conclusões
As diretrizes da Política Habitacional, os pressupostos do arquiteto, os interesses político econômicos e a demanda diferenciada de usos por parte dos moradores são as principais responsáveis pela necessidade de modificações nos edifícios construídos.
Menos de 1% das edificações não conseguiram resolver os problemas ou pelo menos melhorar as condições da moradia de acordo com sua demanda através de reformas, o que sugere uma nova postura do arquiteto diante das questões destas reformas. O arquiteto deveria dar maior grau de liberdade, facilitando ao morador adaptar sua casa às suas necessidades.
A reprodução de modelos, pela Secretaria de Habitação, deve ser repensada, uma vez que cada família possui necessidades diferentes umas das outras. Os beneficiários não participam das definições. As decisões são tomadas pelo poder público, que beneficia a quantidade em detrimento da qualidade. Busca-se construir o maior número possível de habitações, o que acaba gerando a baixa qualidade dos espaços e o não atendimento às necessidades do morador.
27.6.06
ADORNO, Theodor. Funcionalismo hoje.
A crítica do ornamento é a crítica daquilo que perdeu o sentido funcional e resta como algo venenoso ou podre.
A questão do funcionalismo não coincide com a questão da função prática. As artes utilitárias e não-utilitárias não formam a oposição radical que Loos supunha.
Para Adolf Loos seria uma injustiçao criar na arquitetura algo que não foi exigido pelo seu uso.
Para Adorno, "nenhuma forma é inteiramente extraída de sua função". Não existe funcionalidade quimicamente pura. Se o ódio de Loos ao ornamento fosse consequente, ele deveria odiar todas as artes plásticas, cuja própria existência já é ornamental.
A crença de Loos de que o material já carrega seu sentido é uma crença que vem da estética simbolista. É uma idéia que vem do campo das artes. Sendo assim, o culto aos materiais deveria ser tão condenável quanto o culto ao ornamento que Loos tanto pregava.
Funcional atende apenas ao instante presente. O processo social ocorre irracionalmente, sem planejamento, modificando o presente. Com a mudança do presente, o que era funcional deixa de sê-lo.
"Quase todo consumidor deve ter sentido na pele a pouca praticidade do impiedosamente prático". A abdicação do estilo não deixa de ser um estilo.
Frases de Loos:
"...o homem que picha as paredes com símbolos eróticos, ou é um criminoso ou é um degenerado".
"É possível medir a cultura de um país pelo grau em que as paredes dos banheiros estão pichadas".
"O ornamento é força de trabalho, saúde, material e dinheiro desperdiçados".
Só numa abstração, o aspecto expressivo pode ser relegado à arte e retirado dos objetos de uso. O aspecto expressivo é inerente aos objetos de uso. O esforço de se evitar a expressividade do objeto é um tributo a essa expressividade.
Segundo Adorno, Loos condena o ornamento porque está ligado ao prazer. Ornamento = prazer. E de acordo com a moral burguesa do trabalho, prazer é energia desperdiçada.
Ofício: conjunto das práticas que facilitam a vida de quem vai executar o serviço. Loos valorizava o "ofício" em detrimento do "ornamento". Ou seja, a valorização da prática do canteiro de obras, das práticas que, ao contrário da ornamentação, facilitariam a vida do trabalhador ou construtor. Para Adorno, o culto a essas práticas existentes resultaria na mesma repetição morta e coisificada da ornamentação que era criticada por Loos.
O especialista, tão orgulhoso do seu conhecimento técnico, pára de pensar. Pára de refletir.
Uma arquitetura digna de seres humanos (arquitetura legítima) imagina os homens melhores do que realmente são; imaginam-os como poderiam ser..." (ADORNO)
Quando a arquitetura é feita para o homem idealizado (como poderia ser) ela nega ao homem vivo (como ele é) a satisfação de suas necessidades, mesmo que essas necessidades sejam falsas, construídas. Sendo assim, a arquitetura legítima (feita para o homem ideal) é uma inimiga do homem real, porque o priva de suas necessidades.
O funcionalismo é a subordinação à utilidade. Mas essa utilidade deixou de ter como fim atender ao homem para atender ao lucro.
A beleza não está na mera forma, e sim no enfrentamento das contradições que perpassam a construção do objeto.
26.6.06
KAPP, Silke. Contra a Integridade.
Extraordinário: objetos excepcionais, monumentais, destinados ao culto, à política e à guerra.
Ordinário: espaço da vida cotidiana.
A figura moderna do arquiteto surge no Renascimento, na construção desses objetos excepcionais. Através do desenho ele passa à condição de trabalhador intelectual e que domina os demais trabalhadores. O espaço ordinário continua sendo produzido sem arquitetos.
Início do séc. XX: Movimento moderno. Os arquitetos passam a produzir o espaço comum, mas projetam casas como se estivessem projetando monumentos. Arquitetura vista como obra de arte, creditada a um autor e com usuários passivos (usuários que contemplam a obra ou personagens seguindo um roteiro pré-estabelecido pelo projeto).
Integridade: inteiro, completo, intacto, não corrompido.
A obra íntegra: dela "nada se pode acrescentar, retirar ou alterar sem torná-la pior" (Alberti).
Arquitetura durante muito tempo foi ensinada no campo das artes, como a pintura ou escultura.
A arquitetura moderna perseguia ideais dessa integridade: verdade estrutural, forma-função.
Paulo Bicca: não há arquitetura monumental sem dominação, porque ninguém vai passar pela penosa tarefa de construir algo que um outro imaginou sem ser coagido para isso.
Na prática, a arquitetura é pensada por poucos e imposta à maioria. A integridade, nesse caso, é a integridade imaginada por esses poucos.
"Qualquer sistema que não dá direito de escolha a quem deve suportar as consequências de uma escolha ruim é um sistema imoral." (Yona Friedman)
O Plano Piloto de Brasília se tornou uma parte ínfima da cidade real. Mas os arquitetos continuam colocando a culpa na incompreensão dos usuários, as escolas continuam ensinando que o projeto deve ter um conceito e as tendências arquitetônicas continuam sendo ideais da integridade: plásticidade, metáforas... "O que o tijolo quer ser..."
A realização da vontade do projetista significa a supressão da vontade do usuário.
Sendo assim, o arquiteto pode ser visto como gerador de instrumentos que facilitem as ações do usuário no espaço.
Auto-organização: possibilidade de autonomia dos indivíduos. Possibilidade de cada um criar suas normas, sem ser obrigado a aceitar imposições externas.